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Art Directors Club em Recife

09/03/2010

Visita ilustre e exclusiva de 100 peças publicitárias

A exposição do anuário do Art Directors Club de Nova Iorque (ADC/NY) está aberta ao público no Plaza Shopping Casa Forte desde hoje (08/03) até dia 19 deste mês. Nossa cidade foi escolhida para ser a primeira cidade do mundo, e única do Brasil a receber essa visita ilustre no ano de 2010.

As peças reunidas são as mais premiadas do ano passado (2009), e são categorizadas em mídia impressa, cartazes, pôsteres, design, e também projetos de fotografia e ilustração.

A mostra fica aberta no horário normal do shopping (12h às 22h de segunda a sábado, e 12h às 20h aos domingos), e é fruto de uma parceria entre o Clube de Criação de Nova Iorque e o Clube de Criação de Pernambuco, cujo site foi recém-inaugurado dando início também às atividades mais intensas, já que ele existe como um movimento há algum tempo.

Eu e Caio Martins, do coletivo NEGOBOM, vamos lá conferir neste sábado, e vou tirar umas fotos e preparar um post com minhas impressões.

Casullo procura webdesigners!

02/03/2010

A Casullo – Agência Interativa de Recife está contratando Designers de Interfaces Web, Webdesigners e/ou desenvolvedores de animações em Flash.

Eis os requisitos do profissional desejado:

  • Experiência de mercado, que esteja perto de se formar ou já formado.
  • Utilizar as ferramentas: Photoshop (avançado), Ilustrator (avançado) e/ou Corel (avançado), Flash (básico-intermediário) – principalmente para animação e interatividade, Dreamweaver (básico).
  • Noções gerais sobre: construção de páginas para web, novas tendências, frontend, Backend, HTML, conversão de arquivos (imagem ou vídeo).
  • Realizar projetos de Web, Design de interface, animação.
  • Saber ilustrar (desenhos)
  • Desejável: XHTML+CSS, Adobe After Effects, 3D Studio Max, Adobe Premiere

Então, pessoal, quem tiver interesse em tentar essa vaga, se cadastra neste link!

Les Dangereux

16/02/2010

Um ninja vai de férias a Paris e encontra o amor, mas é mais do que ele esperava. Ótimo filme, e apesar da super equipe, a maior parte do trabalho 3d foi desenvolvida por um único profissional: Daniel Klug.

Ficha Técnica:

Roteiro, Desenvolvimento, Animação, Sombras,
Iluminação, Composição, Modelagem e Direção: Daniel Klug
Artista Conceitual: Vicki Shively
Interface Adicional: Brett Stuart
Performance Musical: Alexa Sage
Edição Sonora: Marc Jackson of Moonlab Music
Efeitos Sonoros: David Guerrero
Sprites Originais: AnimationMentor.com

Feito no Maya 2009, MentalRay, e AfterEffects.
Tempo total de produção: 9 meses (diz algo? :P )

RedesSociais.br

10/02/2010

A Agência Click desenvolveu um vídeo para apresentar os últimos dados das Redes Sociais no Brasil. Informações valiosíssimas, como quantos usuários ativos de internet existem no país, e desses, quantos estão ativos em Redes Sociais como Orkut, Facebook, Twitter e outros. Ficou super criativo e dinâmico, de uma forma ótima pra quem quer criar argumento pros clientes!

Confira no vídeo abaixo (HD).

Ficha técnica:
Vice Presidente de Criação: Raphael Vasconcellos
Diretora de Criação: Juliana Constantino
Redação: André Pinheiro, Estêvão Queiroga
Direção de Arte: Diego Araújo
Direção de Vídeo: Steve ePonto
Edição: Fernando Colares
Animação: Fabrício Lúcio, Fernando Colares
Planejamento, Pesquisa e Concepção: Douglas Mello, Marina Pires
Locução: Estêvão Queiroga
Trilha e efeitos sonoros: Angels

Entrevista 7×1 do blog Massa Cultural

07/02/2010

O blog de Comunicação Massa Cultural tem uma sessão chamada 7×1, onde escolhem uma pergunta e selecionam 7 profissionais de áreas relacionadas para respondê-la.

A pergunta desta edição foi: Como você vê sua área de atuação daqui a 10 anos, e eu respondi dentro do conceito da comunicação e estratégia pra web.

Clica aqui e confere!

União Civil: Branding e Web

07/02/2010

Como diria  Gillespie (1998), a web pode ser comparada a um bazar ou mercado tumultuado na África ou Oriente Médio. Existem várias possibilidades de compra em meio a gritarias, confusões, e tendas adornadas. Uma enorme diversidade de preços é associada ao mesmo produto ou serviço, e muitas vezes os mais em conta (qualidade e custo) estão escondidinhos, lá por trás das barracas de especiarias.

Assim como em qualquer mercado físico, o virtual tem algumas regrinhas para que seu produto se sobressaia e chame a atenção do seu consumidor em particular. Logicamente, não basta segui-las para obter sucesso, embora cases de sucesso sejam bem-vindos ao ilustrar um projeto. O que dizer, por exemplo, das “inovações” da web?

5 Erros comuns no processo de Identidade Visual

07/02/2010

Listo aqui os 5 erros mais cometidos no processo de desenvolvimento de uma Identidade Visual, e algumas dicas de como evitá-los.

Baseado no artigo 10 Mistakes Logo Designers Can Make When Designing Logos, de Erik Peterson.

1 – Começar o processo de Design sem um objetivo explícito.

Calmamente, prepare-se: este é um passo importante para o desenvolvimento. Encontre-se com seu cliente, pergunte sobre seu negócio, quem são os maiores competidores, os objetivos de sua companhia, o foco, o público…

Não é necessário um encontro físico. Designers não tem tanto impedimento em trabalhar com clientes em outros estados do país, ou até no exterior. Mas com dedicação e o bom uso das tecnologias (e-mails, messengers), este encontro certamente será esclarecedor.

Dica: Tenha um modelo metodológico padrão, inclusive o briefing; mas sempre adapte-o ao cliente e suas necessidades. Não se perca no pragmatismo, nem em seu outro extremo, a espera pela inspiração.

2 – Projetar no vácuo.

Após ter uma documentação adequada, como o briefing e um bom e detalhado mapa mental, pesquise. Não pense que após a reunião você está por dentro do negócio. Não se empolgue, falta muito pra você conseguir transmitir todo o conceito do seu cliente. A internet é um bom meio de garimpar informação, e com certeza o mais prático. Mas não fique só nisso.

Pergunte a conhecidos, pratique sua percepção e relação social de modo a se posicionar como a própria marca. Não dependa apenas de pesquisas padrões. Vá a uma biblioteca, uma exposição, e, claro, procure os concorrentes, principalmente os mais fortes. Eles com certeza usaram soluções que você pode, no mínimo, aperfeiçoar.

Isso não é plágio, se você agir corretamente. Apesar de Ética ser um conceito mais que abstrato, no fim, você sempre deve saber a diferença entre imitação e referência.

Dica: Bancos de Imagens, pesquisas por assuntos e vídeo-comerciais no youtube são uma boa maneira de você entender como os concorrentes buscam encontrar o usuário. Depois procure as respostas e feedbacks sobre o que o usuário achou daquelas ações. O Youtube é ótimo neste sentido, devido aos comentários e às respostas de vídeo.

3 – Partir pro abraço cedo demais.

Em vez de imaginar – muitas vezes erroneamente – que já sabe do que se trata aquele briefing, não vá partindo pro computador pra desenhar a esmo. Em muitos casos, você pode até atingir um resultado estético atraente, e até quem sabe, conceitualmente adequado. Mas lembre-se: o desenvolvimento de uma Identidade Visual está muito atrelado ao Branding e ao Marketing, e partir pro levantamento visual antes de ter uma boa noção do projeto inteiro raramente dá certo. Então, get the whole picture, e desenvolva uma visão ampla.

Dica: Pergunte ao seu cliente, mesmo que informalmente, se ele tem interesse em divulgar sua marca em outras mídias. Se algum dia ele pretende partir pra televisão, apesar de no momento seu orçamento não permitir, tenha isso em mente, e finalize o projeto de uma forma que isso possa se tornar viável, e não uma dificuldade a ser contornada. Além de mostrar que você tem interesse em planejar o futuro daquela marca, o resultado pode ficar ainda melhor visualmente.

4 – Maquiar símbolo e tipografia pra esconder imperfeições.

Você não prencisa encher de sombras e relevos uma marca, para que ela se torne atraente. Nem usar zilhões de cores só para que ela torne-se uma marca extrovertida. “O computador é uma ferramenta útil, mas não vai transformar sua marca ruim em uma boa”. Trate de colocar em mente todas as possibilidades (item 3, acima) e começar a projetá-la da maneira mais simples, com o mínimo de floreios possível.

Dica: Você pode utilizar – com parcimônia – degradês e sombras em marcas que serão utilizadas predominantemente e meios digitais, mas não deixe de preparar as versões de uma ou duas cores, pras necessidades. Impressões em serigrafia, tipográficas, ou policromia, que encarecem à medida que as cores aumentam, vão exigir um bom jogo de cintura na hora de adaptar.

5 – Apresentação de propostas inadequadas.

Você já deve ter lido em algum lugar que, após digitalizar os rascunhos, e ficar com vários modelos, deve escolher no máximo três e apresentar ao cliente, pois mais que isso pode parecer que você não teve – ou usou – suas habilidades de designer pra se decidir. Prefiro ir além: Apresente apenas uma. Mesmo que você tenha dúvida sobre qual delas é a mais apropriada, faça um esforço, pergunte a colegas de escritório, sempre priorizando a discrição do projeto. O cliente provavelmente vai gostar de sua determinação e segurança ao apresentar um único modelo, que tenha sido vitorioso perante os demais.

Se você desenvolveu uma opção que preenche os requerimentos da marca, mas simplesmente não te agrada: não mostre. Pra que correr o risco do cliente escolher justamente aquela? Se existe essa possibilidade, evite-a. Futuramente, você pode se arrepender caso venha a trabalhar mais vezes com este projeto. E se não existe a possibilidade, é mais um motivo de não apresentar.

Dica: Guarde as demais opções. O cliente pode não se interessar pela proposta levada, e aí você já vai ter cartas na manga. Além disso, você pode perceber que sua idéia não serviu na hora das aplicações, e aí ficar numa situação embaraçosa. Neste caso, é melhor voltar à prancheta e procurar se alguma delas desempenha melhor este papel. Se sim, você não deve jogar fora a escolhida. Ao invés disso, analise onde elas divergem na aplicação, e tente adaptar os fatores à final.

Felipe Caroé
Design | Branding | Web
E-mail: felipe@felipecaroe.com